quinta-feira, 23 de novembro de 2017

GUF - O SALÃO DAS ALMAS

No misticismo judeu, a Câmara de Guf (ou Guph, palavra hebreia para corpo ou cadáver) também chamada de Otzar (palavra hebreia para tesouro) é o Salão das Almas, localizado no Sétimo Céu. Cada alma humana é guardada no Guf. O Talmud ensina que o Messias não voltará enquanto o Guf não estiver vazio de todas as almas lá guardadas (Yevamot 62a).
A significância mística do Guf é que cada pessoa é importante e tem um papel único que só ele, com sua única alma, pode cumprir. Sempre que um bebê nasce, a chegada do Messias se aproxima, simplesmente por ele ter nascido.
Em consonância com outras lendas judaicas que vêem almas como pássaros, o Guf é por vezes descrito com um columbário ou criatório. O folclore diz que os pardais podem ver as almas descendo do Guf e isto explica o seu alegre cantar.
A maneira peculiar de descrever a tesouraria das almas como um "corpo" pode ser ligado à tradição mítica de Adam Kadmon, o homem primordial,Adam Kadmon. Segundo a Cabala, cada alma humana é apenas um fragmento (ou fragmentos) cíclicos fora da grande "alma-mundial" de Adam Kadmon. Assim, cada alma humana provém da "guf" [de Adam Kadmon].
Algumas correntes judaico-messiânicas acreditam que Adam Kadmon, nada mais é que o Messias prometido pelos profetas.

ANATOMIA OCULTTA

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Simbolismo do alfabeto hebreu

Texto extraído de La Arcana de los Números, Editorial Kier (1967-85), com
o propósito de subsidiar as referências aos arcanos do Tarot Egípcio Kier

É dito que as doutrinas da Cabala foram reveladas, por inspiração de Deus, a Abraão, que Moisés as recebeu, junto com as Tábuas da Lei, no Sinai, e que Salomão as cifrou na estrutura do maravilhoso Templo que construiu para tal fim. Há evidências, no entanto, de que quando Abraão saiu de Ur em busca da terra de Canaã, o alfabeto hebreu já estava desenvolvido; que quando Moisés subiu ao Sinai, os sacerdotes egípcios já praticavam muitas dessas doutrinas; e que quando Salomão construiu seu Templo, além da Grande Pirâmide que lhe prestou os conhecimentos que permitiram concluir tão maravilhosa obra, o alfabeto da civilização do Nilo colocou ao seu dispor os sons e signos que tornaram possível consagrá-lo, não em um bem exclusivo do povo hebreu, mas "também quando o estrangeiro, que não é do teu povo Israel, [..] vier orar voltado para esta casa, [..] e faça conforme tudo o que o estrangeiro a ti clamar”. Doutrinas e alfabeto que têm tal antigüidade, de qual manancial recebem suas águas?
Pelo que se conhece, o alfabeto mais antigo é o egípcio e, como tal, nele estarão cifradas as doutrinas-mãe das quais derivam todas as demais. Sendo o povo hebreu o herdeiro direto do egípcio, na Cabala e no alfabeto em que foi escrita, estarão presentes proporcionalmente tudo o que a precedeu, podendo, assim, aceitar-se que embora seus ensinamentos não tenham sido dados por Deus a Abraão nem a Moisés, têm seu fundamento na propriedade que se acredita possuir o homem de conhecer por inspiração e transmitir por tradição os conhecimentos intuídos. O manancial do qual as doutrinas cabalísticas e o alfabeto hebreu derivam, têm, portanto, seu ponto de origem nesta faculdade primitiva. Ainda que no presente não seja possível reviver as virtudes da palavra que atualiza os poderes, porque desconhecemos a maneira de pronunciá-la, acredita-se em geral que é perfeitamente possível desentranhar grande parte dos mistérios cifrados no alfabeto com que se escrevia.
O alfabeto hebreu consta de 22 letras, diz a tradição que formadas todas elas por um agregado de pequeníssimas chamas, que estão ordenadas no corpo de cada grafia de acordo com as leis geométricas e matemáticas que representam determinados princípios universais, forças primárias, vibrações cósmicas e processos alquímicos, acreditando que na arquitetura dos 22 signos não só esteja representada a do Universo, mas também a dos equivalentes através dos quais nossa subconsciência e consciência se identificam com tudo quanto existe, podendo assim converter-se esse alfabeto no elemento de relação que desperta em nós as noções primárias e secundárias que permitem conhecê-lo. Embora seja um simples reflexo da extensa significação atribuída a cada letra, o que descrevemos a seguir dá uma idéia das correspondências gerais de todo o alfabeto:
Aleph (1). Quer dizer boi guia, chefe. O nome se compõe de Deus-boca, isto é, Verbo-divino. É a unidade e a unicidade, o Uno-Único, o princípio criador, a Natura-Naturante: o pai. Tem seu equivalente no arcano egípcio Mago Criador, no número 1, na letra A, no Sol, na cor branca, na nota musical do, no elemento alquímico da
pedra de toque e no poder volitivo da mente. Desperta no homem aptidão para compreender, considerar e resolver os problemas, despertar e dominar as paixões. Na predição, promete domínio dos obstáculos materiais, felizes iniciativas, amigos fiéis que ajudam, e amigos ciumentos que criam obstáculos.
Beth (2). Quer dizer casa, tenda. O nome se compõe de sonho-formação, isto é, sonho criador, a Imaginação como princípio plasmador, a Natura Naturada: a mãe. Tem seu equivalente no número 2, o Arcano egípcio a Sacerdotisa, na letra B, na Lua, na cor violeta, na nota musical fá, no elemento alquímico solvente universal
e no poder de raciocínio da mente. Desperta no homem aptidão para considerar os fatores opostos, coordenar a afinidade das coisas e favorecer relação dos sexos. Na predição, promete atrações e repulsões, perdas e ganhos, ascensões e quedas.
Ghimel (3). Quer dizer camelo, plenitude. O termo significa esplendor e organismo em função, isto é, a função do dinamismo vivente em seu trabalho de viver. Tem seu equivalente no arcano egípcio a Imperatriz, no número 3, na letra C, no planeta Júpiter, na nota musical si, na cor púrpura, no elemento alquímico referente à fusão
dos ingredientes e no poder de concepção da mente. Desperta no homem aptidão para identificar-se com o oculto e o manifestado. Em predição, promete idéias criativas, produção, abundância de bens materiais; obstáculos a vencer, e satisfações à medida que são vencidos.
Daleth (4). Quer dizer porta. O nome indica diferença, variedade, diversidade, distinção, isto é,  realidade inteligível e realidade sensível. Representa o princípio da materialização, da vontade, da autoridade, do poder. Tem seu equivalente no arcano egípcio o Imperador, no número 4, na letra Ch, no planeta Urano, no
semitom, na cor vermelho-escuro, no elemento alquímico poder reverberante e na virtude da Afirmação, Negação, Discussão e Solução da mente. Desperta no homem aptidão de concretização e progressão hierárquica. Em predição, promete conquistas materiais, resultados favoráveis para o esforço investido e condições penosas para alcançá-los.
He (5). Quer dizer essência e existência. O termo indica calor, fogo vivo que insufla e difunde. Representa o princípio da luz divina, da luz que vivifica. É a inteligência em ação, o caminho universal, a religião. Tem seu equivalente no arcano egípcio o Hierarca, no número 5, na letra D, no planeta Mercúrio, na cor
Amarela, na nota musical si, no elemento alquímico purificação dos ingredientes e no sentido místico. Desperta no homem aptidão para transcender as limitações. Em predição, promete liberdade e disciplina, amores e namoros, novas experiências, seres e coisas que vêm e se vão, os primeiros para irem, os segundos para regressarem.
Vau (6). Quer dizer prego, gancho. O nome significa causa operante diretora, efusão luminosa. Representa o princípio do Verbo atuando em cada ser. É a beleza, a atração. Tem seu equivalente no arcano egípcio a Indecisão, no número 6, na letra E, no planeta Vênus, na cor azul, na nota musical lá, no princípio alquímico da prova
dos reativos e no conhecimento do Bem e do Mal. Desperta aptidão para determinar a conduta. Em predição, promete privilégios e deveres nas relações entre os sexos, antagonismos, separações, desejos que se cumprem, alguns que satisfazem e outros que frustram.
Zhain (7). Quer dizer flecha. O termo significa nascer, emanar, difusão luminosa e incandescente. Representa o princípio de causa final, a luz astral. Equivale ao arcano o Triunfo, ao número 7, à letra F, ao planeta Netuno, à cor magenta, ao fá sustenido, ao princípio alquímico forno de fundição e ao conhecimento das verdades primordiais.
Desperta aptidão para o exercício das 7 virtudes. Em predição, promete pensamento acertado, poder magnético, honra e desonra, obtenção do que se persegue com empenho.
Heth (8). Quer dizer cercado, amontoamento. O termo significa o que tende à forma,o plasma-mater em cujo seio repousa a vida. Representa o princípio da existência elementar. Tem seu equivalente no arcano A Justiça, no número 8, na letra G, no planeta Saturno, na nota ré, na cor índigo, no princípio alquímico da
justa medida e no conhecimento natural da Justiça. Desperta aptidão para repartir com eqüidade. Em predição, promete retribuições e restituições, gratidões e ingratidões, castigos e recompensas.
Teth (9). Quer dizer serpente, sabedoria. O termo significa umbral, mistério, o insondável, ocultação, conservação, renovação. Tem seu equivalente no arcano OEremita, no número 9, na letra H, no planeta Marte, na nota musical sol, na cor vermelha, no princípio alquímico da própria infusão e na propriedade da mente de
se identificar com a coisa pensada. Desperta aptidão para ser circunspecto. Em predição, promete conhecimento para fazer descobertas, ordem ao realizá-las e cautela ao se servir delas; luz da razão e luz de intuição, a primeira para o imediato, a segunda para o transcendente.
lod (10). Quer dizer mão. O vocábulo significa operação, formação, causa eficiente, ensinamento teológico, perfeição. Tem seu equivalente no arcano a Retribuição, no número 10, na letra I, no signo zodiacal Capricórnio, na cor azul-celeste, na nota musical do bemol, no princípio alquímico de circunvolução e na propriedade da mente
de intuir e de responder às leis dos ciclos. Desperta aptidão para conhecer por indução e dedução. Em predição, promete boa e má sorte, elevações e quedas, confronto dos deveres adiados.
Khaph (11). Quer dizer cálice, copa, argamassa, matriz. O nome significa energia criadora, força operante, inumeráveis existências. Tem seu equivalente no arcano egípcio a Persuasão, no número 11, na letra J, no signo zodiacal de Aquário, na cor índigo, na nota musical ré bemol, no princípio alquímico da liberação de forças
e na propriedade da mente para exercitar o poder moral. Desperta aptidão para persuadir. Em predição, promete vitalidade, rejuvenescimento, penas, obstáculos, traições, resignação para suportar as contrariedades.
Lamed (12). Quer dizer aguilhão, leoa, abrir as asas. Significa ensinamento, estímulo, domesticar. Representa o princípio do movimento expansivo. Tem seu equivalente no arcano egípcio o Apostolado, no número 12, na letra K, no signo zodiacal de Peixes, na cor violeta, na nota musical mi bemol, no princípio alquímico
seleção de ingredientes e na propriedade da mente de conhecer por devoção. Desperta aptidão para servir. Em predição, promete angústias, quedas, perdas materiais em certos aspectos e ganhos em outros.
Mem (13). Quer dizer água primordial. O termo significa a mãe que concebe, cópula cosmogônica, aura fecundante. Corresponde ao arcano da Retribuição, no número 13, na letra L, no signo zodiacal de Virgo, na cor escarlate-claro, na nota musical fá bemol, no princípio alquímico dos antídotos e na propriedade da mente
de transmutar as emoções. Desperta aptidão para agir e reagir. Em predição, promete desenganos, morte de afetos, negativas, renovação de condições, as boas para pior, as más para melhor.
Nun (14). Quer dizer geração, peixe, criança. O termo significa Andrógina divina, idéia e Verbo, essência e existência. Tem seu equivalente no arcano egípcio a Temperança, no número 14, na letra LI, no signo zodiacal de Libra, na cor limão-claro, na nota musical sol bemol, no princípio alquímico do desdobramento e na
propriedade mental da temperança. Desperta aptidão para conhecer por associação de idéias e emoções. Em predição, promete afetos recíprocos, obrigações sociais, combinações, amores devotados e amores traiçoeiros, coisas que ficam e coisas que se vão, as primeiras para irem, as segundas para voltarem.
Samekh (15). Quer dizer viga, esteio, sustentáculo, círculo, serpente mordendo a cauda. O termo significa limite inteligível, coroa, globo, o que se nutre de sua própria substância. Tem seu equivalente no arcano egípcio a Paixão, no número 15, na letra M, na cor magenta-rosa, na nota musical lá bemol, no signo zodiacal
de Escorpião, no princípio alquímico geração e na propriedade da mente de conhecer pelo esforço da própria vontade. Em predição, promete controvérsias, paixões, adversidades, prosperidade por vias legais e pela fatalidade.
Ain (16). Quer dizer olho, fonte, aparência, extensão, brilho. O termo significa dobras, dobraduras, e realinhamento, severa vigilância, providência divina. Tem seu equivalente no arcano egípcio a Fragilidade, no número 16, na letra N, no signo de Sagitário, na nota musical si bemol, na cor púrpura vivo, no princípio
alquímico da reverberação e na propriedade da mente de conhecer por causa da aflição. Desperta aptidão para aproveitar os ensinamentos da severidade. Em predição, promete acidentes imprevistos, tempestades, comoções, mortes, reciprocidade no amor e no ódio, na traição e na lealdade.
Phe (17). Quer dizer boca que fala, palavra, linguagem, Verbo plasmador. O termo significa alento cosmogônico, rudimentos de vida orgânica, função criadora. Tem seu equivalente no arcano a Esperança, no número 17, a letra Ñ (NH), no signo de Gêmeos, na cor Amarelo vivo, na nota musical do sustenido, no princípio
alquímico fonte da eterna juventude e na propriedade da mente de ser iluminada em virtude da fé. Desperta aptidão para aprender e agir por impulso da esperança. Em predição, promete iluminação, nascimentos, breves aflições e breves satisfações, aborrecimentos e reconciliações, privações e ganhos.
Tzade (18). Quer dizer dardo, gancho, anzol. O termo significa serpente que oculta a cauda, encantamento, magnetismo. Tem seu equivalente no arcano egípcio o Crepúsculo, no número 18, na letra O, no signo zodiacal de Leão, na cor laranja dourado, na nota musical re sustenido, no princípio alquímico do elixir de
vida e na propriedade da mente de ser iluminada por encantamento. Desperta aptidão para decifrar os mistérios. Em predição, promete inconstâncias, ciladas, confusão, mudanças, longas deliberações, resultados tardios, triunfos e fracassos aparentes.
Quoph (19). Quer dizer cordão entrelaçado, machado, círculo completo. O termo significa linha que enlaça, o que provoca lamentos, o inusitado. Tem seu equivalente no arcano a Inspiração, no número 19, na letra P, na cor azul, na nota musical misustenido, no signo de Touro, no princípio alquímico aglutinação e na propriedade da mente para ser iluminada pela verdade absoluta.
Desperta aptidão para conhecer por meio de idéias ou de reflexões. Em predição, promete aumento de poder, êxito, benefícios em razão do esforço próprio e do alheio, heranças, clareza no que se deseja.
Resh (20). Quer dizer cabeça, pobreza, pico. O termo significa claridade, visibilidade, ato de vontade, ato inteligente, autonomia, verbo interior, função total da espontaneidade viva. Tem seu equivalente no arcano egípcio a Ressurreição, no número 20, na letra Q, no signo de Câncer, na cor verde, na nota fá sustenido,
no princípio alquímico flogístico e na propriedade da mente para se iluminar por deliberação própria. Desperta aptidão para conhecer pelo despertar das forças latentes. Em predição, promete escolhas harmônicas, iniciativas afortunadas, trabalho, ganhos, compensações, ciúmes pelo bem que se desfruta, aflições por perdas.
Shin (21). Quer dizer dente, mudança, mutação, renovação. O termo significa desdobramento de forças, Universo-Mundo, poder criador, conservador e renovador, essência e propriedades dos seres e coisas. Tem seu equivalente no arcano egípcio a Transmutação, no número 21, na letra R, no signo de Áries, na
cor vermelho vivo, na nota musical sol sustenido, no princípio alquímico do ovo do mundo e na propriedade da mente de ser iluminada pela beatitude. Desperta aptidão para conhecer por meio da própria transfiguração. Em predição, promete heranças, distinções, vitórias, prazeres honestos; obstáculos  e aptidão para vencê-los; situações incertas  e contingências que as esclarecem.
Thaw (22). Quer dizer codorna, símbolo, sinal, regresso, limite. O termo significa leique compreende todas as leis, Anima Mundi, glorioso esplendor. Tem seu equivalente no arcano egípcio o Regresso, no número 22, na letra S, no planeta Plutão, na cor negra, na nota ;lá sustenido, no princípio alquímico da tetrassomia
(dos quatro elementos) e na propriedade da mente de se iluminar por meio de motivos transcendentes. Desperta aptidão para conhecer pela própria experiência. Em predição, promete ruína naquilo que mais envaidece, privação de algo que se desfruta, ofuscamento, perigo de isolamento, presentes traiçoeiros, final de algumas coisas e começo de outras.
Acredita-se que a relação de correspondências entre as letras hebréias e os princípios universais, processos alquímicos, noções mentais, etc., existia também na estrutura e nos ornamentos do Templo de Salomão, aceitando-se que, assim, tal como a combinação das letras podem formar palavras e teoremas geométricos e matemáticos que explicam o mundo e o homem, pelo concerto das partes da arquitetura do Templo e dos objetos que ornamentavam suas dependências, não só se obtinha a mesma explicação, como igualmente era possível reproduzir em miniatura muitos dos fenômenos que o homem e o mundo realizam em grande escala, sendo tão matematicamente previsíveis tais efeitos que, segundo as Sagradas Escrituras, durante a construção no se ouviram martelos, nem machados, nem algum outro instrumento de ferro (Reis, 6-7). Admitindo-se que tanto na fonética do alfabeto hebreu como na acústica do Templo de Salomão estivessem incluídos os elementos sonoros que tornam possível a relação de correspondências que permitem ao homem identificar-se com o mundo e atualizar os poderes que estão encerrados em ambos, cabe a pergunta: com base em qual ordenação interior a Cabala explica que possível essa identificação e atualização? É um tema inesgotável a ser estudado.


J. Iglesias Janeiro
 
Tradução: Constantino K. Riemma

sábado, 20 de setembro de 2014

SIGNIFICADO ESOTÉRICO DA PALAVRA KABALAH




O termo Kabalah, que poderia estar aportuguesado (Cabala), não revelaria a Tradição Arcana se de outra forma fosse escrito.

Em Kabalah prática de operações literais e numéricas, a Gematria (valor numerológico das palavras) traduz:

K = 100 (Koph)

B = 2 (Beth)

L = 30 (Lamed)

H = 5 (He)
-----------
137 – número este que se refere, na chamada Soma Teosófica ( 1 + 3 + 7 ) ao número 11 ( no Tarot é igual ao Arcano Maior – a Força, no sentido vulgar; e Poder Concentrado, no sentido esotérico).

Os números 1 , 3 e 7 mostram ainda:1 = a Unidade, o Logos, o Nous, a Mônada, a Centelha.3 = a Trindade, ou seja, a maneira como a unidade se faz manifesta.7 = Aonde a unidade se manifesta (os planos da Natureza, ou seja, sua própria criação).

A criação, portanto, espelha seu criador = 11.Um espelha um.

Outrossim, no Tarot o número 11 corresponde à metade de 22 (Arcanos Maiores do Tarot) e é igual à soma dos 10 Sephiroth mais a Sephirah Oculta (DA’AT – o fruto proibido do conhecimento) da Árvore da Vida.

K, B, L, H – somente a letra B é dupla, as demais são simples, mostrando que, no quaternário, habita a quintessência.

O termo Kabalah vem de KBL, que seria igual a 132, ou seja, o Selo de Salomão (132 = 6).O número 132 contém os números 1 e 3, mostrando que a potência é masculina (números ímpares – masculinos; números pares – femininos); por sua vez , o número 6 é o primeiro número perfeito, ou seja, a soma de seus divisores, sem contar com ele próprio, revela ele mesmo, por isso chama-se a Kabalah de Santa Kabalah por sua perfeição.

Quando somamos o número 5 do H ao final da palavra, ela passa a significar aceito, recibo, já que só KBL é receber.

E 5 são os sentidos do homem ( pentagrama ). O 6 é a lei de causa e efeito ( carma ); resultado: o homem pode, ao ter recebido a Tradição, cumprir, resgatar, queimar o seu carma.

Por fim, queremos enfatizar que existem outras interpretações também de grande valor.



Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística,Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.


Bibiografia: Formulaire de Haute Magie, P. V. Piobb

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CURSO "A MAGIA DO PENTAGRAMA"



O Pentagrama é o maior símbolo de poder da história, usado pelos templários, maçons, bruxos, magos, médiuns e na maioria das culturas mágicas. Neste curso você aprenderá como utilizar o pentagrama aliado a encantamentos, aos salmos, a cromoterapia, as runas, a magia das velas e a numerologia, a utilização deste símbolo mágico o auxiliará a equilibrar a sua vida, trazendo-lhe os mais variados benefícios, obtendo em seu íntimo força, paciência, equilíbrio, perseverança e prosperidade.


Horários e data: 12/11 - 26/11 - 3/12 - 17/12 das 14hs às 17hs
Duração 2 meses - encontros quinzenais.

Facilitadora : Aline Santos

Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Sacerdotisa, Professora, Educadora Patrimonial, Escritora, Numeróloga, Pesquisadora de Ciências Ocultas, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica, Tarô Terapêutico e Numerologia.

Vagas Limitadas! Faça já a sua reserva!


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

"A Kabalah das Bruxas" 29/10/11 - Sábado - 14h às 17h

A "KABALAH DAS BRUXAS" É UM EVENTO EM QUE VOCÊ APRENDERÁ COMO UTILIZAR A ÁRVORE DA VIDA PARA DIRECIONAR AS ENERGIAS PARA MELHORAR A SUA VIDA.

NESTE WORKSHOP VOCÊ APRENDERÁ COMO APLICAR A KABALAH DE MANEIRA PRÁTICA NA SUA VIDA.
VENHA CONFERIR OS BENEFÍCIOS QUE A KABALAH PODE PROPORCIONAR-LHE.

NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE VAGAS LIMITADAS.

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

WORKSHOP "A Kabalah das Bruxas" 29/10/11 - Sábado - 14h às 17h



29/10/11 - Sábado - 14h às 17h - "A Kabalah das Bruxas"

Com Aline Santos

Este Workshop apresenta o simbolismo da Kabalah sob uma nova perspectiva, permitindo as pessoas tomarem conhecimento do seu imenso valor e as possibilidades do uso da Kabalah na prática da Magia e da Bruxaria.

Os textos clássicos sobre Kabalah foram escritos originalmente na terminologia da Tradição dos Mistérios Ocidentais ou na dos Magos Cerimoniais, o que levou fez com que a sua utilização fosse ignorada pela maior parte das pessoas, que não conseguiram utilizar-se desse valioso instrumento. Nesta atividade o estudo da Árvore da Vida será utilizado para representar como as energias universais são reveladas pela Kabalah, e como podem ser utilizados na prática da Magia e da Bruxaria.

Iremos abordar:

As Esferas ( Shephiroth)
Correspondências Astrológicas na Árvore da Vida
As Divindades na Árvore da Vida
As Imagens Mágicas
O caminho da Espada Flamejante
O Caminho da Serpente
Os 32 Caminhos da Sabedoria
Tarot


Facilitadora : Aline Santos

Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Sacerdotisa, Professora, Educadora Patrimonial, Escritora, Numeróloga, Pesquisadora de Ciências Ocultas, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica, Tarô Terapêutico e Numerologia.

Investimento:R$ 80,00

Vagas Limitadas! Faça já a sua reserva!


sábado, 10 de setembro de 2011

2ª MYSTIC FAIR - PALESTRA "A CABALA DAS BRUXAS" 20 Hs - DIA 09 / 10 / 2011 - SÃO PAULO


Aline Santos e Claudiney Prieto

MYSTIC FAIR 2ª EDIÇÃO - DIAS 08 E 09 DE OUTUBRO DE 2011 EM SÃO PAULO



PALESTRA "A CABALA DAS BRUXAS"
Profª Aline Santos

Esta atividade apresenta o simbolismo da Cabala sob uma nova perspectiva, permitindo aos Pagãos tomarem conhecimento do seu imenso valor, e as possibilidades do uso da Cabala na prática da Bruxaria.


AUDITÓRIO 2
DOMINGO DIA 09 DE OUTUBRO DE 2011
Horário: 20 Hs

LOCAL: UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL - UNICSUL ANÁLIA FRANCO
AV. Regente Feijó,1295, São Paulo - SP
Ao lado do Shopping Anália Franco.

domingo, 24 de julho de 2011

Nomes de Deus no judaísmo

O judaísmo, refere-se ao Criador de diversas formas diferentes, que representam a concepção judaica sobre a divindade e o relacionamento Dele com o ser humano e com o povo judeu.

O tetragrama



O tetragrama em fenício (1100 a.C. até 300 d.C.), em aramaico (séc.10 a.C. até 0 ) e em hebraico moderno.
Dentro do judaísmo, o nome mais importante do Criador é o que conhecemos como tetragrama, nome dado às quatro letras que formam o nome da divindade. Este nome é em hebraico יהוה (YHWH), que de acordo com a tradição judaica é a terceira pessoa do imperfeito no singular do verbo ser . Esta teoria é baseada no Êxodo capítulo terceiro, versículo décimo-quarto, constitui a base do monoteísmo judaico-cristão.

Devido ao mandamento de não pronunciar o nome do criador em vão, desenvolveu-se entre os judeus um profundo sentimento de reverência para com esta palavra, de forma que a pronúncia correta tornou-se restrita, somente utilizado em ocasiões de extrema solenidade como no dia do Yom Kippur. Em outras ocasiões, pronunciava-se Adonai (meu Amo, meu Senhor) em lugar do nome do Criador. Com o tempo, esta pronúncia perdeu-se e qualquer tentativa de se estabelecer a pronúncia correta é sujeita a discussões diversas.

A forma reduzida do termo Yah é utilizada como prefixo e sufixo de diversos nomes hebraicos como Yehoshua (Yah no início: Yah + Hoshea), Yermeyahu (Yah no final + u), entre outros.

Adonai

Ver artigo principal: Adonai
A palavra Adonai vem do hebraico אֲדֹנָי, plural da palavra Adon (Senhor, Amo). Esta palavra era utilizada pelos fenícios para o deus pagão Tamuz e era o nome do deus grego Adônis. Os judeus utilizam esta palavra em relação a YHWH no lugar de pronunciar o tetragrama em orações e ocasiões solenes. Coloquialmente, utilizam a palavra HaShem (O Nome) para referir-se ao Criador. Quando os massoretas adicionaram a pontuação vocálica ao texto das escrituras, as vogais de Adonai foram adicionadas ao tetragrama para que se fosse lembrado que deveria ser lido Adonai no lugar do tetragrama. Esta vocalização criou a palavra Yahowah.

Em português, Adonai é traduzido geralmente como Senhor.

Ehyeh-Asher-Ehyeh

O nome Ehyeh (hebraico: אֶהְיֶה) vem da frase אהיה אשר אהיה "ehyeh-asher-ehyeh" (Êxodo 3:14), geralmente traduzida como Eu sou o que sou.

El

A palavra El aparece em diversas línguas semíticas como o fenício, aramaico e o acadiano. No hebraico אל significa originalmente acima , elevado, alto, e é utilizado para deuses pagãos e para o Criador de Israel, geralmente sendo associado a atributos da divindade como em: El Elyon' ("O mais Elevado"), El Shaddai ("O Elevado Todo-Poderoso"), El Hai ("O Elevado Vivo"), El Ro'i ("O Elevado que Vê"), El Elohe Israel ("Elevado, o Elevado de Israel "), El Gibbor ("O Elevado Forte "). Também é utilizado como sufixo de nomes hebraicos como Gabriel, Daniel, Rafael e outros.

Em português, El e Elohim são geralmente traduzidos como Deus.

Elohim

Termo comum usado nas escrituras hebraicas, Elohim (em hebraico: אלהים) é o plural da palavra Eloah (אלוה), considerado pelos estudiosos judeus como plural majestático (pluralis majestatis) ou de excelência (pluralis excellentiæ), expressando grande dignidade, traduzindo-se por "Elevadíssimo" ou "Altíssimo".

HaShem

HaShem (no hebraico: השם) significa O Nome, e é utilizado durante as ocasiões normais da vida cotidiana, enquanto Adonai é utilizado no contexto religioso [1]. Este termo não é bíblico, aparecendo a primera vez nos Rishonim (autoridades rabínicas medievais).

Yah
O nome Yah é composto das primeiras duas letras de YHWH. Aparece frequentemente em nomes hebraicos, tais como o do Profeta Elias. A expressao Aleluia ou Hallelujah, também é derivado deste, bem como o termo Jah do movimento Rastafári.

YHWH Tzevaot

O nome YHWH e o título Elohim frequentemente ocorrem com a palavra tzevaot ou sabaoth ("hordas" ou "exércitos", Hebreu: צבאות) como em YHWH Elohe Tzevaot ("YHWH Deus dos Exércitos"), Elohe Tzevaot ("Deus dos Exércitos"), Adonai YHWH Tzevaot ("Senhor YHWH dos Exércitos") e, mais frequentemente, YHWH Tzevaot ("YHWH dos Exércitos"). Veja por exemplo: I Samuel 4:4, I Reis 19:10 e Isaías 3:15.

Este nome composto ocorre principalmente na literatura profética e não aparece nenhuma vez na Torah, Josué ou Juízes. O significado original de tzevaot pode ser encontrado no primeiro livro de Samuel (I Samuel 17:45), onde ele é interpretado como significando "o Deus dos exércitos de Israel". A palavra, neste caso específico é utilizada para denominar as hordas celestes, enquanto em outros casos sempre significa exércitos ou hordas de homens, como em vários casos no Êxodo (Êxodo 6:26, Êxodo 7:4 e Êxodo 12:41).

A grafia latina Sabaoth combinado com as vinhas douradas sobre a porta do Templo de Herodes (construído pelo idumeu Herodes o Grande) levou a uma confusão de identidade com o deus Sabázio na antiga Roma.

Títulos dados ao Criador

Avinu Malkenu- Pai Nosso, Rei Nosso
Boreh - O Criador
Elohei Avraham, Elohei Yitzchak ve Elohei Ya`aqov — "Deus de Abraão, Deus de Isaque e Deus de Jacó"
El ha-Gibbor — "Deus Forte".
Emet — "Verdade".
E'in Sof — "Infinito", nome cabalístico de Deus.
Ro'eh Yisrael — "Pastor de Israel".
Ha-Kaddosh, Baruch Hu — "O Santo, Bendito Ele".
Kaddosh Yisrael — "Santo de Israel".
Melech ha-Melachim — "O Rei dos Reis".
Magen Avraham — "Escudo de Abraão".
YHWH-Yireh (Yahweh-Yireh) — "YHWH provê" (Gênesis 22:13, 14).
YHWH-Rapha" — "YHWH cura" (Êxodo 15:26).
YHWH-Nissi (Yahweh-Nissi) — "YHWH nossa bandeira" (Êxodo 17:8-15).
YHWH-Shalom — "YHWH, a nossa paz" (Juízes 6:24).
YHWH-Tzidkenu — "YHWH, nossa Justiça" (Jeremias 23:6).
YHWH-Shammah — "YHWH está presente" (Ezequiel 48:35).
Tzur Israel — "Rocha de Israel".

O uso dos termos D-us, Ad-nai e El-him

Devido ao terceiro mandamento (Não tomarás em vão o nome de YHWH), os judeus usam um apóstrofo nos nomes divinos mais sagrados, de forma a que o nome da divindade não venha a ser profanado por estar escrito em um objeto comum.

Kýrios, escrituras gregas

Apesar dos Evangelhos serem escrituras cristãs, estes foram escritos por judeus no primeiro século depois de Cristo. Já no final do primeiro século, começaram a substituir[carece de fontes] o Tetragrama YHWH pela palavra em grego Kýrios, que tem um sentido idêntico a Adonai e também significa "Senhor". Por este motivo, o Tetragrama não é encontrado graficamente do texto do Novo Testamento em muitas versões da Bíblia hoje.

Referências
Unterman, Alan. Dicionário Judaico de Lendas e Tradições. Rio de Janeiro: Zahar, 1991. 262 p. ISBN 85-7110-243-0


domingo, 17 de julho de 2011

TIKKUN


De acordo com o Ari (Isaque Lúria), a Unidade de Deus foi partida no exato momento da Criação. Esses “cacos” de Deus espalharam-se por todo o Universo, na forma de energia, matéria, pensamentos e ações.
Portanto não há absolutamente nada nesse Universo que não seja permeado pela Luz de Deus.
A missão de cada ser humano é devolver esses pedaços de Luz de volta à sua fonte, de modo que esses ínfimos caquinhos voltem a fazer parte do Um novamente.
Com isso em mente, nós humanos deveríamos elevar a nós mesmos o tanto quanto puderemos, purificando nossas almas nesse processo, para que possamos atingir o mais alto grau de elevação.
Por essa razão, recursos naturais devem ser usados adequadamente. Lembrem que todos os animais e plantas sobre a face da Terra foram criadas para servir ao homem – mas DEVEM ser usados adequadmente, pois quando assim o fazemos, estamos devolvendo à fonte original os pedaços de Luz que compôem esses recursos.
(A palavra kosher em hebraico não quer dizer santo ou sagrado, mas sim “próprio/adequado para comsumo”)
Quando usamos a energia vital de uma planta (ou de um animal, se você come carne), por exemplo, estamos nos apropriando dessa energia – e temos o dever de elevá-lade volta a Deus. Em outras palavras: nos alimentamos para cumprirmos as tarefas e obrigações de nossa jornada espiritual.
O mesmo princípio aplica-se a recursos econômicos: o dinheiro deve ser visto apenas como uma maneira de nos trazer conforto, assim não teremos preocupações acerca de nossa situação financeira e poderemos – de coração leve – entrar em contato com Deus através de orações, meditações e da caridade.
Pois a maneira mais fácil de repararmos nosso mundo e devolvermos os cacos de Luz para sua fonte, é imitando o comportamento de Deus.

Kabbalah on Ice

Dia desses eu assisti à final de um torneio de patinação que ocorreu na Suécia. Era a final feminina e o torneio já estava em suas últimas apresentações.
De repente eu vejo uma menina com aparência de muito jovem (que depois eu vim a ouvir, tem 17 anos) começar sua apresentação – e o que eu vi foi uma lição de Cabala prática:
1) a queda:
Não adianta. Tem vezes em que é inevitável a gente escorregar e cair. Seja por um pensamento, seja por uma ação ou pela falta dela. A gente cai e não tem jeito.
Dá até dizer que isso faz parte da evolução.
2) o levante:
Não adianta achar ruim. Caiu tem que levantar. Essa é a lei da evolução. São esses os momentos que nos permitem crescer e é pra isso que a gente vem ao mundo de Assiá (o plano físico): pra corrigir aquilo que não está direito.
É só caindo que a gente pode se levantar. Sem isso não tem evolução. Aqui no Brasil temos a letra daquela música que fala: Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!.
3) a correção:
Caiu? Levanta! Levantou? Então agora faz bonito! Não adianta a gente cometer um erro uma vez, reconhecê-lo posteriormente e depois continuar a cometê-lo como se nada acontecesse. Isso é INvolução e não Evolução!
4) a recompensa:
Todo esforço é recompensado, nada fica em vão nesse universo. Se você caiu, levantou e depois – mesmo em frente à adversidade – fez melhor do que da primeira vez e não caiu na mesma armadilha, saiba que a recompensa é certa.
À Mao Asada, que ganhou a medalha de ouro, parabéns e muito obrigado pela lição de Cabala.


Letras hebraicas